outubro 17, 2011

>NEO TRUCULÊNCIA DEMOCRÁTICA SERIES 1 – POR UMA MEGALÓPOLE COM PEGADA – CONTRA A BAIXOGAVEANIZAÇÃO DE SÃO PAULO – PAU NOS INDIES MOLINHOS

UM TEXTO “CONTRA” LEON CAKOFF E REDSON

Vou fazer uma coisa esquisita. Vou discursar “contra” no velório. Não, eu não teria a ousadia de chochar Leon Cakoff, o capo da Mostra de Cinema de São Paulo, nem o punk pacifista Redson. Até porque não seria justo. Mas tem algo no clima geral de consternação com a recente morte deles que também não é justo – não é justo com a cidade de São Paulo. Eu aprendi com meus mestres – Burroughs, Oswald, Gainsbourg, Jards Macalé, Leary, K. Dick, Zé Celso, Polanski, Nelson Rodrigues, Hunter Thompson e tantos outros – que unanimidade e bom-mocismo nunca é legal nem desejável. Lendo a biografia de Buñuel, mais vibrei quando os surrealistas saem de casa para destruir o carrinho do vendedor de bíblias que está passando. Burroughs e Ginsberg nunca esconderam sua predileção pela caça aos efebos – que em São Paulo teve seu representante nos tempos da homossexualidade heróica e turbulenta da juventude de Roberto Piva. É esse mundo que eu habito, impaciente, complexo, explosivo. E São Paulo é assim, pro bem e pro mal.

Eu sou filhote da Mostra. Nunca esquecerei a edição em que vi a trinca warholiana Flesh, Trash e Heat, de Paul Morrissey, e a dupla No. 2 e Tudo Vai Bem, de Godard. Puro choque sexual e impaciência social. De impaciente e explosivo Cakoff também era chamado. Mas essa energia toda, a partir de um determinado momento, foi usada para levantar uma Mostra de Cinema que queria ser maior do que tudo, mas era apenas amorfa. Centenas e centenas de filmes nas edições – e era impossível ler um terço dos catálogos sem bocejar de tédio e desespero em saber qual seria “aquele” filme. Os elogios a Cakoff dizem que ele fez de São Paulo uma cidade cinéfila. Mas vamos falar claro, “cinéfilo” é um termo pejorativo. Me faz pensar naquelas filas de gente chata e desocupada disposta a encarar, sem saber bem porque, filmes e mais filmes medianos de cinematografias esquisitas, como se isso fosse prova de cultura. Era quase impossível, a partir de um determinado momento, peneirar o que era essencial na Mostra, como um Estado das Coisas do Wenders ali, um Elemento do Crime do Von Trier aqui, um Saló do Pasolini acolá.

Mas essa quantidade não era boa? Seria, em Nova York. Em São Paulo não. A partir de um certo momento, o esforço que fizemos para dar uma cara combativa, inquieta e underground para a cidade, nos anos 80, desembocou numa progressiva fragmentação. E a Mostra de Cinema tem algo a ver com isso – se não como causa, pelo menos como espelho. É uma espécie de estratégia Jardins aplicada à cultura: se não há um bom nível médio, que radicalizemos nas pontas. Tínhamos “acesso” sim, mas acesso a filmes que nunca ajudaram a compreender a própria cidade. São Paulo precisa até hoje de uma boa mostra de cinema de horror. Precisa é de uma puta mostra de cinema policial. Precisa enxergar um pouco a si mesma, antes de fingir que enxerga o mundo. Porque senão o resultado é inócuo. Chegará a ser vergonhoso, como é vergonhosa a (suposta) boa vida dos Jardins comparada às infinitas periferias que só se vêem quando se chega à cidade de avião.

O contato mais próximo que tive com Cakoff foi quando trabalhei no Cineclube Elétrico, no final da década de 80, e a cópia de um filme pós-blaxploitation de vampiro, de cujo nome eu não lembro, veio danificada. Não era um risco de projeção, era um defeito de copiagem, uma longa linha verde que se estendia pelo filme, perfeito e sem uso fora isso. Cakoff não hesitou em suspender as projeções no Elétrico e investir contra o cineclube (que tinha um belo e novo projetor) pela imprensa, sem gastar nem meia-hora para fazer o básico: vistoriar a cópia. Se esse voluntarismo todo fosse aplicado em “editar” a Mostra segundo alguma proposta mais enxuta, e não em ampliá-la mais e mais, até o paroxismo e a incompreensiblidade, creio que sua missão teria sido melhor realizada. Ele fez o que pode – ou provavelmente mais do que pode –, e como pode, eu sei. Mas ajudou a formar um público que na verdade consegue ser arrogante e desinformado, aquela típica empáfia jeca-chic (ou melancolia indie-molinha) paulistana que o resto do Brasil enxerga tão bem. E que mais afasta do que aproxima São Paulo do mundo.

O bom Redson é um caso contrário. Acreditava na “paz em todo o mundo”. Nunca assumiu ser gay praticante. Essa aparente lacuna na sua disposição militante causou mal-estar após sua morte: gente que queria tocar no assunto o fez de maneira inábil e homofóbica, ou quase, nas redes sociais. Mas não dá pra esquecer que foi o próprio Redson que preparou essa dificuldade para os seus obituaristas, ao não tratar publicamente num ponto essencial da sua biografia. Há o direito ao armário, claro, mas Redson não era um bancário ou professor, era um punk combativo.

Mas nem é esse meu ponto. Meu ponto é que o Cólera, como a maior parte das bandas punk, é musicalmente chato e irrelevante. E ainda por cima quer ser bom-moço. É simpático, claro, mas não mais que isso. Nos anos 70, os pretos americanos conseguiram armar com o funk uma bomba atômica que era ao mesmo tempo ótima música, sexy, vibrante, altamente dançável, e um manifesto da mais agressiva afirmação de orgulho racial. No Brasil, pegamos uma abazinha disso, com Gerson King Combo, União Black, Toni Tornado (que nunca pareceu muito convicto), a Banda Black Rio e, claro, a melhor fase do grande Tim Maia (sem falar em um “eu quero ver quando Zumbi chegar” avulso do igualmente grande Jorge Ben). Mas não foi suficiente para criar uma alternativa elétrica ao samba, esse som conciliador e paumolescente, para usar o termo de Lobão. O desinibido ataque às cocotas brancas por parte de Simonal e Erlon “Eu quero mocotó” Chaves foi mal-recebido pela intelectualidade carioca, com resultados catastróficos para o primeiro.

Nunca mais a música nacional juntou sexo e afirmação política – o que deveria ser uma das nossas especialidades. Os punks – como uma parte considerável dos rappers, mais tarde – considera a questão da opressão um biombo e uma dispensa de se fazer música envolvente e caprichada. E sexo não é punheta, como cara feia não é revolução. Assim sendo, vão em paz, Cakoff e Redson. Mas, de onde estiverem, ajudem a rapaziada a perceber que a maior parte do trabalho ainda não foi nem esboçada – ao contrário do que sugerem os seus necrológios generosos com os tempos passados.

Nos próximos textos da série: Como amar o Serbian Film e odiar Rafinha Bastos ao mesmo tempo: liberdade de expressão porque e para quê. Tomando de volta a truculência abduzida pelos playboys: como pegar pesado sem se converter em direita nem colaborar para a vejização da conversa. Hip-hop em flerte com os Jardins, será? Os indies comedores de alface e os roqueiros burros, um esquema perde/perde. A inveja do Porsche e a xoxota devoradora

Publicado por allxsexs às outubro 17, 2011 01:35 AM
Comentários

Irrelevante é a sua trajetória. Um cara que envelheceu mal e mais parece um motorista de ônibus. Voce vive para criar polêmica porque isto aplaca teu sentimento de fracasso. No fim, o destino te trouxe o que você pregou nos anos 80. Um profissional sem caráter que viu muito de seus contemporâneos obter sucesso. E isto dói né? Doi às vezes não ter grana para acessar a internet e saber que a jovenzinha que você te presenteou com um chifre também te presenteou com muitos chifres. Viva muito meu caro. Para você olhar para os bons tendo sucesso e reverência enquanto você vê aí de baixo com suas dores de cotovelo e as contas do dia a dia para pagar.

Publicado por: Otávio Oak às outubro 17, 2011 02:49 PM

Vá bater uma punheta com seu pau mole. Velho broxa que vive atrás de suicide girl tem moral pra criticar alguém?

Publicado por: Pedro às outubro 17, 2011 03:00 PM

Vai tomar no seu cu Filho da Puta!!!

Publicado por: Marcão às outubro 17, 2011 03:14 PM

Você é um retardo filho da puta,que fica se escondendo através da internet!!! Mais uma vez vai tomar no cu, quem é você para falar do Redson? Seu Bosta Pela saco!!!

Publicado por: Marcão às outubro 17, 2011 03:23 PM

"musicalmente chato e irrelevante"?
e o que é chato e o que é "legal" seu imbecil?
vai ouvir tom jobim seu boçal

Publicado por: Thiago às outubro 17, 2011 03:27 PM

po, pessoal cheio de ódio ae...

eu achei às pampas.. muito bom. é isso mesmo.

parabéns pelo texto e coisa e tal

Publicado por: Wlad às outubro 17, 2011 06:06 PM

Irrelevante é seu textinho de merda pseudointelectualóide e suas citações q vc faz, provando ser um boçal q vive com seus livros enterrados entre as pernas....vc não é nada, Alex!
Pereça!

Publicado por: Marcio às outubro 17, 2011 06:07 PM

Otario!
Vai chupar uma rola, seu velho sem graça, invejoso!
WLAD, Outra babaca, idiota!

Publicado por: Jacque às outubro 17, 2011 06:44 PM

Irrelevante é sua existência.
Como o vocalista da primeira banda a fazer uma turnê fora do país, um cara que lutava pela justiça e pela liberdade, um cara que não deixou sua arte se prostituir, e que sempre foi muito humilde com seus fãs e que principalmente influenciou outras várias gerações não tem relevância?
Pq você não fez um texto do gênero enquanto ele estava vivo?Estava com medo de uma resposta inteligente e bem educada, a qual quebraria qualquer argumento seu???
E você, o que fez de importante para sociedade amigo?

Publicado por: Jhonny Magi às outubro 17, 2011 07:30 PM

Quem é Alex Antunes ?
O que fez em sua vida ?
Qual é a sua contribuição para a sociedade ?

Alex Antunes é um jornalista, escritor, "músico" e "produtor musical".

Pelas palavras de seu texto, pode-se perceber que, em razão de não ter tido a mesma ascenção na música que o Cólera teve, limitou-se a criticar um expoente do cenário Punk: o Redson.

A banda Cólera, ao contrário do que o texto diz, não é chata ou irrelevante. Fosse assim, não estaria tocando até hoje ou não teria comemorado mais de 25 anos de carreira. A banda é uma lenda, que registrou o marco inicial do PUNK no Brasil, junto com outras bandas de igual quilate.

Além disso, o Redson foi um homem que teve a valentia de lançar um estilo e músicas sensacionais. Ninguém jamais orquestou essa façanha. Muito menos na época da ditadura. Isso é revolução.

O Punk no Brasil, como registra diversos pesquisadores, influênciou vários artistas brasileiros, quer na música, no cinema ou no teatro.

No entanto, o "produtor musical" resolveu criticar por criticar alguém que se destacou pelo que fez em vida e sua banda.

Aliás, só para registrar, Alex Antunes é um pseudo-beatnik, que tenta se projetar espinafrando artistas consagrados e talentosos.

Sem qualquer parâmetro - porque nem sequer entende das coisas que critica - fala mal de qualquer um. Daqui alguns anos, talvez ele seja um espécie de "fofoqueiro" da TV, que falará da intimidade de cada celebridade só para tentar manchar a imagem deles.

Tudo bem que ele tenha sido tradutor do livro Neuromancer, do grande William Gibson, que é um best-seller (felizmente, li o Neuromancer em inglês para não ter o azar de ler uma tradução fraca e pobre), mas o que lhe torna melhor ou tão entendido no meio artístico para criticar quem fez ou faz sucesso?

Alex Antunes não é ninguém tão importante...

É apenas um charlatão que ganha dinheiro falando das pessoas, dos artistas (só por falar)...

Seus textos são tão medíocres quanto ele.

Seu talento é isso que acabaram de ler...

Esse é Alex Antunes: um velho chato e irrelevante.

Publicado por: Iurle Saide às outubro 17, 2011 08:20 PM

só uma coisa...sua ex-banda Akira S & As Garotas Que erraram era chata pra caralho...só outra coisa:Vai tomar no cú alex antunes....

Publicado por: henrik às outubro 17, 2011 08:56 PM

o seu passado foi em vão
agora quer critica quer julga e humilha!

Publicado por: carlinho às outubro 17, 2011 11:22 PM

É só mais um texto de opinião. Sim, Alex é um personagem que vive do confronto, mas essas personas são úteis, contribuem à sua forma. Naturalmente concordo com quase nada do texto, porque faço música "chata e irrelevante" na minha banda punk rock. Não concordo por ter conhecido Redson e por ter visto sinceridade no que ele gritava. Mas não é isso que importa, não é o tempo que a banda existe que prova qualidade, não são as vozes convergentes concordando que mostram a importância do que foi feito. É justamente o nível das vozes divergentes que apresenta a qualidade de qualquer trabalho. E mesmo com todo o aparente - friso o "aparente"- rancor do texto, mesmo com todas as histórias apontadas da vida particular de Alex nos comentários anteriores, ainda assim lembro com satisfação de tudo que li em minha adolescência longínqua surgida das ideias desse moço provocador. Não se trata de defender ou atacar, mas de falar o que se pensa, e nesse caso estamos em pontos opostos. E distantes. O fato de ter iniciado a argumentação sobre Redson apontando a homossexualidade dele já tira todo o valor do que viria depois, apequena o texto. Sim, ele poderia ter sido mais militante. Mas o mundo já tem militantes defensores de minorias (que nem sempre querem defesa) demais. Ele, Redson, escolheu um caminho e seguiu. Alex escolheu outro caminho. Seguirá? Não me interessa, mesmo. Quanto ao Cakoff, realmente alguns pontos dignos de reflexão, e que dizem respeito inclusive à minha condição de urbanóide de uma capital pequena. Mas só isso não é suficiente para manter o texto em pé. Alex, perdeste boa chance de não fazer nada. Nem nós mudaremos o que você pensa, nem você quer fazer isso conosco. Então vamos em frente. Há braços!

Publicado por: Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei às outubro 18, 2011 03:32 PM

Infeliz fracassado, velho asquerozo e fedorento

Publicado por: Marcelo às outubro 20, 2011 01:55 PM

Viva a liberdade de expressão!! Por isso, seu fala bosta, deixa de ser autoritário e autoriza a minha volta pra comunidade Bizz, seu mala sem alça!!!

Publicado por: Guilherme Braga às outubro 20, 2011 03:13 PM

Cultural Revolução
Cólera
Qual a sua razão, Porque tanta aflição, meu
Você não sente o lugar, Nem o tempo passar
Essa ameba é você, Pisa e suga e quer foder
Considero um irmão, Quem batalha, quem luta
Na garagem ou porão, Arte e revolução
Essa ameba é você, Põe defeito e quer foder.
VAI, VAI, VAI, VAI BASTARDO, VAI
NÃO IMPORTA SUA VISÃO
CULTURAL REVOLUÇÃO!
Sonhos e frustrações, seu passado foi em vão
Agora quer criticar, quer julgar e humilhar
Essa ameba é você, é um porco com poder.
VAI, VAI, VAI, VAI BASTARDO, VAI
NÃO IMPORTA SUA VISÃO
CULTURAL REVOLUÇÃO!
Todas as bandas! Cultural revolta!
Chega de palhaços! Seus idiotas, seus bastardos!

Qual a sua razão, Porque tanta aflição, meu
Você não sente o lugar, Nem o tempo passar
Essa ameba é você, Pisa e suga e quer foder
Considero um irmão, Quem batalha, quem luta
Na garagem ou porão, Arte-revolução
Depois chega você, Põe defeito e quer foder.
VAI, VAI, VAI, VAI BASTARDO, VAI
NÃO IMPORTA SUA VISÃO
CULTURAL REVOLUÇÃO!
Sonhos e frustrações, seu passado foi em vão
Agora quer criticar, quer julgar e humilhar
Essa ameba é você, é um porco com poder.
VAI, VAI, VAI, VAI BASTARDO, VAI
NÃO IMPORTA SUA VISÃO
CULTURAL REVOLUÇÃO!
Todas as bandas! Cultural revolta!
Chega de palhaços! Seus idiotas, seus bastardos!

Texto do encarte: "É péssima a sensação de estar julgando uma expressão sincera como a música alternativa, de julgar arte,julgar um sentimento. Me estarrece saber que existem pessoas tão bem remuneradas para fazer isso e o fazem com um mau gosto único."

Publicado por: Alam às outubro 20, 2011 10:46 PM

alex...o que msm, que já esqueci o resto?Pois bem: o sr, como "tentativa de intelectualoide do underground" tem todo o direito de considerar a música do cólera chata, se bem que a maioria pensa diferente. Agora, deixar de agir como um homem para se portar feito um rato?O direito de um termina quando começa o do outro, e se sua cabeça é tão fechada assim, azar o seu. Fosse homem, falaria alguma coisa na presença do Redson. Falar pelas costas, como um boçal covarde, após o homem morto, na boa, te descredencia a pensar sobre qualquer coisa. Olhe primeiro o seu rabo antes de julgar alguém.

Publicado por: lobo banzato às outubro 22, 2011 10:23 AM

SEmpre achei que o Redson era gay. Mas isso nunca me fez mudar em nada a minha relacao com a Banda (ou com o Redson em si). Acho-os MUITO telentosos, verdadeiros , honetos com o que fazem (fazia) e isso era o principal pra mim. Quanto a discussao, cada um tem seu ponto de vista, suas ideias. Acho que voce quiz mais criticar e chamar a polemica do que necessariamente achar friamente que o Colera é "morno".

Publicado por: Alexandre às outubro 23, 2011 07:08 AM

vai te fuder careca de merda!!!!!!!

Publicado por: jamal às outubro 24, 2011 03:56 PM

Meu corpo é perfeito.

Publicado por: "Gay" às outubro 24, 2011 05:06 PM

Nunca li tanta merda na minha vida...odeio pseudointelectuais, cara você é um fracassado, um infeliz, vá se tratar cara, e aprenda a respeitar a memória de quem já fez muito mais que você, não se convença que estas suas palavras idiotas irão manchar a história de um grande homem.

Publicado por: Renan às outubro 26, 2011 10:50 AM

É mais fácil para um inútil, atacar quem tem história do que tentar fazer algo.

Alô, ignorante, procure ser alguém, não viva às sombras dos outros, estude, descubra, "faça você mesmo", ao invés de tentar se auto afirmar através de discursos ignorantes, tentando chamar prá sí uma atenção que com sua inutilidade social e pseuda, jamais conseguiria.

Pela suas palavras, dá prá saber que mesmo depois de morto, as pessoas que você citou continuam sendo muito mais que você, "essa ameba é você".

Publicado por: Fernando às outubro 26, 2011 08:36 PM

Amigos, vocês se mostram indignados com a opinião do sr. Alex? Tudo bem! Mas perdem a moral quando respondem a ele com ódio exacerbado, intolerância e ofensa. Se vocês acham que o crítico foi ofensivo, o que estão fazendo vocês? Violentando o debate, de modo incompatível com o pensamento punk. Pela paz em todo do mundo...

Publicado por: Redson no Céu às novembro 7, 2011 01:06 AM

Ô Alex , escreve um texto sobre o Tião Carreiro !

Publicado por: SHAKERMAN às dezembro 10, 2011 07:50 AM

This information is off the hioozl!

Publicado por: Buckie às janeiro 15, 2012 03:32 AM

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Publicado por: djinrpibyx às janeiro 15, 2012 05:14 AM

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Publicado por: drvviuxy às janeiro 16, 2012 12:32 PM

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Publicado por: glszpghb às janeiro 17, 2012 11:04 AM

Olha, o autor parece desconhecer que Cólera, Ratos de Porão, Olho Seco, etc... era o influenciava e tocava na vitrola dos futuros integrantes das principais bandas brasileiras da década de 1990. Se isso não representa relevância, não sei o que pode representá-la. Um elogio teu?

Publicado por: Renato Nunes às janeiro 30, 2012 03:10 PM
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